Como ajudar as crianças e os adolescentes com atividades de reforço?

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O reforço escolar costuma ser uma temática que aflige os estudantes, principalmente os adolescentes. Geralmente, essa aflição costuma ocorrer porque, entre outros fatores, essa faixa etária possui certa vergonha em demonstrar dificuldades ou vulnerabilidades no processo de aprendizagem. Obviamente, as crianças também não estão imunes a essas sensações e constrangimentos. Nesse sentido, é preciso que os responsáveis, assim como os professores e professoras, fiquem atentos aos resultados e ao desenvolvimento escolar dos educandos.

Na atualidade, ainda existe o contexto pós pandêmico, em que muitas crianças e adolescentes ficaram um tempo afastados das atividades escolares presenciais. Como consequência, se tem percebido diversos déficits de aprendizagem. O gráfico abaixo, produzido em 2020, demonstra como esse fator acontece na prática.

Disponível em: <https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2021/07/pandemia-acentua-deficit-educacional-e-exige-acoes-do-poder-publico>. Acesso em: 02/05/2022.

Diante desse cenário, o que pode ser feito para melhorar o aprendizado das crianças e adolescentes? São muitas respostas possíveis para essa pergunta, aqui serão listadas algumas estratégias executáveis no dia a dia, como é o caso das atividades de reforço.

O primeiro passo é conversar, de forma honesta e compreensiva, com a criança ou adolescente. Como podem existir muitas aflições com as dificuldades encontradas, é importante que o estudante saiba que ele tem um espaço de abertura e de compreensão para conversar, de forma sincera, sobre os seus problemas no processo de aprendizagem. Quando esse canal de comunicação é aberto e a relação de confiança se estabelece, as chances do educando se sentir bem e confiante em falar sobre as suas aflições é consideravelmente maior.

Aberto esse canal de comunicação, é preciso perguntar para a criança, ou adolescente, se ela sabe dizer quais são as disciplinas mais difíceis ou as dificuldades encontradas. Diante disso, é possível perguntar: é a parte teórica da matéria? É português? Matemática? História? É a interpretação do exercício? A leitura do texto da apostila/livro didático está difícil? Entre outras perguntas possíveis de serem feitas que possam especificar qual é a problemática encontrada por ele ou ela. A pergunta pode ser produtiva porque desenvolve autonomia no estudante, visto que, a partir dela, ele pode pensar em si mesmo e no seu próprio processo de aprendizagem, de forma autônoma.

 

É factível que algumas perguntas não sejam respondidas de forma simples, é possível que o educando reconheça as suas dificuldades, mas ainda não saiba nomeá-las. Diante disso, é plausível acompanhá-lo nos deveres de casa, prestar atenção na maneira que ele lê, as relações que estabelece entre a leitura e compreensão de um texto ou de um exercício. Desta maneira, é possível identificar se as dificuldades encontradas são no campo teórico ou não, por exemplo.

 

Por fim, o argumento explicitado anteriormente deve ser reiterado, pois é muito importante que as crianças e adolescentes tenham um espaço de comunicação e de compreensão a respeito das suas dificuldades, para que elas possam ser superadas sem que a sua autoestima ou segurança sejam afetadas.

No site da Educare existem diversas apostilas para serem utilizadas como material de reforço, que tal começar com uma delas?